O agente como comprador.Em lojas reais.
Seu agente compra do jeito que uma pessoa compraria — navegando, adicionando ao carrinho, finalizando — em lojas de verdade, através de um navegador hospedado. O mesmo mandato que governa qualquer outro gasto governa esse também.
A reposição que ninguém integrou.
Fita adesiva, caixas, luvas, material de escritório — o gasto recorrente de baixo valor que nunca ganhou uma integração de compras. Alguém reabre a mesma loja, reconstrói o mesmo carrinho e paga com um cartão que ninguém acompanha. O Shop troca isso por uma compra governada na mesma loja, sem projeto de integração com o fornecedor.
Abrir o site do fornecedor e reconstruir o mesmo carrinho de memória, a cada ciclo de reposição
O agente navega a loja de verdade e reconstrói o carrinho do ciclo anterior automaticamente
Esperar o time de dev do fornecedor liberar uma API ou catálogo punch-out antes de automatizar qualquer coisa
Uma sessão de navegador hospedado compra pela loja exatamente como ela existe hoje — sem projeto com fornecedor
Passar um cartão compartilhado pra quem faz a reposição, sem teto de gasto e sem dono
Todo checkout roda dentro de um mandato assinado com teto próprio, sem credencial compartilhada
Caçar um e-mail de confirmação depois pra provar o que foi comprado de verdade
Um recibo selado amarra o carrinho, o checkout e o mandato num único registro
Um navegador hospedado, não uma API raspada.
A maioria das lojas foi construída pra gente clicando num navegador, não pra integração via API. O Shop pilota um navegador hospedado de verdade pela loja do jeito que um comprador faria, então funciona em lojas que nunca construíram acesso pra agente de propósito.
Fluxo ilustrativo. O mandato limita o que o agente pode gastar antes do checkout começar.
O mesmo mandato que autoriza uma compra também pode bloquear uma. Aqui está um carrinho que estoura o teto.
Exemplo ilustrativo. A checagem do teto roda contra o total do carrinho antes do checkout da loja se completar.
Cobertura, com honestidade.
VTEX está provado — uma compra real já rodou em produção. Mercado Livre e Nuvemshop estão citados no mesmo mecanismo; confira o status atual antes de assumir paridade com a VTEX.
codespar_shop recebe uma intenção, não uma lista de SKU.
O agente não chama um endpoint REST — ele passa pro codespar_shop uma intenção em linguagem natural e um mandato. A ferramenta pilota o navegador hospedado pela loja de verdade, e o codespar_pay liquida qualquer Pix que a loja emitir no checkout, ainda dentro do mesmo teto.
const session = await codespar.sessions.create(); // mandate caps the cart before checkout ever opens const shop = await session.execute("codespar_shop", { intent: "Reorder packing tape and boxes, same cart as last cycle.", merchant: "embalasul.com.br", mandate: "cm_supplies", cap: { amount: 500_000, currency: "BRL" }, }); // the store's own checkout — not a CodeSpar endpoint, so we poll it const receipt = await session.execute("codespar_shop", { action: "checkout", id: shop.id, }); // settle the store's minted Pix, still inside the same mandate await session.execute("codespar_pay", { method: "pix", mandate: "cm_supplies" });
O que essa cadeia de chamadas faz
- O mandato limita o carrinho antes do checkout sequer abrir
- O checkout roda na própria página da loja — a CodeSpar faz polling nela, não é uma integração especial
- A liquidação fica dentro do mesmo mandato que limitou o carrinho
Uma loja provada. Mais vindo por aí.
O mecanismo do Shop funciona em qualquer loja que um navegador hospedado consiga navegar. Aqui está a linha honesta entre o que está provado e o que está citado mas não confirmado.
- VTEX — uma compra real já rodou em produção
- Toda compra roda dentro do mandato de compras assinado antes do checkout começar
- Mercado Livre — citado no mecanismo, ainda não confirmado no nível da VTEX
- Nuvemshop — citado no mecanismo, ainda não confirmado no nível da VTEX
- O mecanismo generaliza pra qualquer loja que um navegador hospedado consiga navegar — não fica preso às plataformas citadas hoje
Ainda não precificado — pré-GA.
Shop carrega um compromisso de preço pra disponibilidade geral, travado no rate card publicado, não uma promessa de disponibilidade. Não é cobrado hoje.
Ao vivoAo vivo — uma compra real na VTEX já rodou em produção.
Veja o Shop em um caso de negócio real.
Um fluxo onde esse checkout via navegador hospedado já roda de ponta a ponta.
Compra do agente na vitrine→
Compra na VTEX como um comprador de verdade — navega, adiciona ao carrinho, finaliza — sob o mesmo mandato que limita todo o resto do gasto.
Shop, respondido
VTEX está provado em produção. Mercado Livre e Nuvemshop estão citados no mesmo mecanismo — confira a cobertura atual antes de contar com eles.
Através de um navegador hospedado que navega pela loja do jeito que uma pessoa faria — navegar, carrinho, checkout.
O mesmo mandato assinado que governa qualquer outro gasto do agente.
Ainda não é precificado. Existe um compromisso de preço publicado pra disponibilidade geral, não uma cobrança ativa hoje.
Não — esse é o ponto do navegador hospedado. Funciona em lojas que nunca construíram acesso pra agente.
Não. É um fluxo de compra governado, conferido contra o mandato, através de uma sessão de navegador real, não raspagem de dados de produto.
A compra é bloqueada antes do checkout se completar — o Shop confere o total do carrinho contra o teto do mandato primeiro, então nada passa acima do limite.
Dá — toda compra sela num recibo que amarra o carrinho, a confirmação do checkout e o mandato num único registro de auditoria.
Deixe seu agente comprar de verdade.
Um navegador hospedado, uma loja real, o mesmo mandato que governa tudo o resto.
shop: Ao vivo — uma compra real na VTEX já rodou em produção.